Eugina Zoloto levou a arte de corte de papel a um outro nível! Os detalhes conectados são absolutamente impressionantes - um ofício que ela começou há apenas 5 anos. Eugina afirma que o tema principal de sua obra de arte é o mundo interior das pessoas e da natureza. Suas peças concentram-se principalmente em flores, insetos e laços delicados. Todo o seu trabalho é feito à mão e inspirado pela natureza, sonhos, pessoas, formas, imaginação, entre outros. Dê uma olhada em algumas de suas belas obras de arte abaixo:
Arte de Viver
sábado, 24 de março de 2018
domingo, 21 de agosto de 2016
Vinícius de Morais
Também conhecido(a) como Poetinha
Nascimento 19 de outubro de 1913
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ
Origem Botafogo, Rio de Janeiro
Data de morte 9 de julho de 1980 (66 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileiro
Gênero(s) MPB, bossa nova, samba
Afiliação(ões) Carlos Lyra, Tom Jobim, Baden Powell, Toquinho, Vadico, João Gilberto, Chico Buarque, Cartola, Pierre Segher
E quando a solidão, talvez me procurar; eu possa dizer do amor que tive; que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure. Vinicius de Moraes Disponível em: <http://dicionariocriativo.com.br/citacoes/imortal/citacoes/eternidade/20393-e-solidao-procurar-possa-dizer-amor-tive>. Acesso em: 21/08/2016.
E quando a solidão, talvez me procurar; eu possa dizer do amor que tive; que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure. Vinicius de Moraes Disponível em: <http://dicionariocriativo.com.br/citacoes/imortal/citacoes/eternidade/20393-e-solidao-procurar-possa-dizer-amor-tive>. Acesso em: 21/08/2016.
E quando a solidão, talvez me procurar; eu possa dizer do amor que tive; que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Disponível em: <http://dicionariocriativo.com.br/citacoes/imortal/citacoes/eternidade/20393-e-solidao-procurar-possa-dizer-amor-tive>. Acesso em: 21/08/2016.
E quando a solidão, talvez me procurar; eu possa dizer do amor que tive; que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Disponível em: <http://dicionariocriativo.com.br/citacoes/imortal/citacoes/eternidade/20393-e-solidao-procurar-possa-dizer-amor-tive>. Acesso em: 21/08/2016.
E quando a solidão, talvez me procurar; eu possa dizer do amor que tive; que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
Disponível em: <http://dicionariocriativo.com.br/citacoes/imortal/citacoes/eternidade/20393-e-solidao-procurar-possa-dizer-amor-tive>. Acesso em: 21/08/2016.
sábado, 20 de agosto de 2016
Machado de Assis
Machado de Assis, 1896, fotógrafo desconhecido,
Academia Brasileira de Letras.
Nome completo Joaquim Maria Machado de Assis
Data de nascimento 21 de junho de 1839
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ
Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Império do Brasil
Nacionalidade Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg brasileiro
Data de morte 29 de setembro de 1908 (69 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ
Brasil
Ocupação Escritor, jornalista, contista, dramaturgo e poeta
Amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário.
Grupo étnico Mulato
Período de atividade 1864-1908 (44 anos)
Religião Niilismo, entre outras
Movimento Romantismo/Realismo
Magnum opus Entre os críticos e o público, destacam-se Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro. A crítica considera que suas melhores obras são as da Trilogia Realista.[1]
Cônjuge Carolina Augusta Xavier de Novais (1869-1904)
Influências Shakespeare, Schopenhauer, Xavier de Maistre, Montaigne, Pascal, Sterne, Swift, Bíblia[2] [3]
Influenciados Drummond, Cyro dos Anjos, Murilo Rubião, Rubem Fonseca, John Barth, Donald Barthelme
"Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar."
domingo, 31 de maio de 2015
Tu És O Que Pensas
- O homem é o resultado dos seus pensamentos habituais. A atitude mental cria os atos externos.
- Quem vive, habitualmente, em pensamentos largos e benévolos não pode praticar atos estreitos e malévolos.
- Por isso, cuidado com os pensamentos! Alimento para muitos - veneno para muitíssimos,
- A educação dos pensamentos é a base para toda a educação - e quem dá importância a esse fator primordial da pedagogia? Como pode alguém ser bom se os seus pensamentos são maus?
- A "guerra-fria" dos jornais prepara a "guerra quente" nos campos de batalha; cria o combustível para ser ignifugado, oportunidade. Os poderes públicos deviam proibir categoricamente qualquer hostilidade real. Mas a heresia da liberdade de pensamento" e 'liberdade de imprensa' não permite semelhante serviço de profilaxia mental e social.
- "Quem ventos semeia, tempestades colherá"
- Nações Unidas é, sem dúvida, um belo ideal - mas nunca será sólida realidade enquanto não tivermos Mentes Unidas - o MU terá de preceder o NU.
- Gandhi não permitia a seus companheiros de ahimsã e satyagraha que alimentasse pensamentos hostis aos ingleses para evita
- que chegassem a praticar atos hostis.
- Pensar mal é prelúdio para fazer mal.
- Huberto Rohden
quinta-feira, 2 de abril de 2015
BERGSON
Bergson é um marco na filosofia moderna: substituindo pela visão biológica a visão materializante da ciência e da metafísica, ele representa o fim da era cartesiana. Exprime, em nível filosófico, um novo paradigma baseado na consciência, adquirido pela cultura de seu tempo, das conexões entre a vida orgânica e a vida social e psíquica. Chamando a sua metafísica de "positiva", ele dá a essa palavra um significado tão original quanto o que atribui ao "dado imediato".
Sua originalidade reside, fundamentalmente, no tipo de ruptura que ele introduz no racionalismo do século 17. Enquanto outros oporiam ao racionalismo a subjetividade ou a história, Bergson tem uma visão nova (que também o distancia de Hegel) da dialética e da existência.
"Um riso exige uma anestesia momentâne do coração, e não tem inimigos maior do que as emoções"
MACHADO DE ASSIS
Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais.
Começa a publicar obras românticas e, em 1859, era revisor e colaborava com o jornal Correio Mercantil. Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho (como crítico teatral, inicialmente), A Semana Ilustrada(onde, além do nome, usava o pseudônimo de Dr. Semana) e Jornal das Famílias.
Seu primeiro livro foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. No ano de 1862 era censor teatral, cargo que não rendia qualquer remuneração, mas o possibilitava a ter acesso livre aos teatros. Nessa época, passa a colaborar em O Futuro, órgão sob a direção do irmão de sua futura esposa, Faustino Xavier de Novais
"Cada qual sabe amar o seu modo ; o modo pouco importa ; o essencial é que saiba amar"
EPICURO
Considerado um filósofo grego do período helenístico, Epicuro de Samos teve uma obra tão influente que fez com que diversos e numerosos centros epicuristas fossem construídos no Egito, mais precisamente em Jônia. Seu maior divulgador foi Lucrécio, que começou a espalhar sua filosofia em Roma no século I.
Descendente de pais atenienses, nasceu na ilha de Samos. O ano era 341 ou 342 a. C. Segundo alguns estudiosos, o início de seu interesse pela filosofia deu-se na adolescência. Seu pai lhe enviou para Téos, pois Epicuro não concordara com o pensador Pânfilo, de sua ilha natal. Em Téos, teve os primeiros contatos com a teoria atomista, pregada por Nausífanes de Téos, discípulo de Demócrito de Abdera. Epicuro estudou e, após algum tempo, fez uma reformulação da teoria observando alguns pontos dos quais tinha discordado.
Outro aspecto da vida de Epicuro que pode ser mencionado é a eterna oposição à Academia e ao Liceu, buscado uma filosofia mais prática que correspondesse à seu tempo. Além disso, pregava que para atingir a certeza é preciso ter plena confiança naquilo que passado foi na sensação pura e, por conseguinte, nas idéias se formam no espírito, sendo estas o resultado dos dados sensíveis reconhecidos pelas faculdades sensitivas do corpo.
Para Epicuro, o prazer é o único fenômeno capaz de trazer o bem estar. Por pensar desta forma, foi confundido com os hedonistas, que dizem ser o prazer o princípio e o fim de uma vida feliz. No entanto, Epicuro faz uma distinção entre o prazer passageiro e prazer estável. O primeiro seria a alegria, a felicidade. Já o segundo seria a total ausência de dor.
Epicuro diz que os sábios procuram pelo segundo prazer, condenando as tentativas impulsivas e indiscriminadas de satisfação pessoal. Segundo ele, “nenhum prazer é em si um mal, porém certas coisas capazes de engendrar prazeres trazem consigo maior número de males que de prazeres”.
"Aquilo que vemos mediante a intuição mental é tão verdadeiro quanto aquilo que vemos com os sentidos"
"Aquilo que vemos mediante a intuição mental é tão verdadeiro quanto aquilo que vemos com os sentidos"
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Linda Arte de Papel de Eugina Zoloto
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